Sustentabilidade é um assunto que ganhou o mundo e a preocupação com o meio ambiente já chegou aos condomínios, além da conscientização também é possível melhorar a qualidade de vida.
Patrícia Wohnrath é conselheira do condomínio onde mora. “Nós iniciamos um projeto de conscientização, para que cada um cuide da nossa área verde e dos animais que temos aqui. Nós retiramos o lixo dos andares de todas as torres e levamos para a garagem fazendo a divisão adequada de todo o lixo. É um projeto que começou há alguns meses e tem dado muito resultado”, diz sobre o início e o resultado do projeto que deu certo.
O condomínio de Patrícia tem uma comissão voltada para o meio ambiente, assim esperam obter compromisso dos moradores para com o ambiente onde moram.
Para Gabriela Burian, gerente de sustentabilidade, medidas sustentáveis em condomínios residenciais e comerciais é importante em todos os aspectos. “Primeiro que do ponto de vista financeiro valoriza seu imóvel. Mesmo a pessoa que não entende do ponto de vista da sustentabilidade, pode entender como isso vai dar retorno para o próprio lugar onde ela mora. Segundo, do ponto de vista do planeta e das próximas gerações, você estará perpetuando, você estará protegendo o local onde você mora, o seu planeta e seus filhos ficam orgulhosos”.
Márcia Bárbara é gerente de operações de um condomínio da Zona Oeste de São Paulo. Nele conseguiram implantar coleta adequada de pilhas, baterias e de óleo de cozinha.
“As pessoas que trabalham dentro dos apartamentos são as peças chaves, porque elas que estão cuidando do lar. Se essa pessoa que está trabalhando tiver consciência, ela mesma vai conscientizar o próprio condômino”, diz Márcia sobre a importância da conscientização dos funcionários.
Saturday, December 18, 2010
Wednesday, November 17, 2010
O lado ecológico da Monsanto
A multinacional de sementes e insumos agrícolas Monsanto é a inimiga número 1 dos verdes. A empresa, que há dez anos lançou a revolução da biotecnologia no campo, foi vilanizada pelos ecologistas por causa das sementes transgênicas. Mas a empresa tem uma boa ação ambiental. A Monsanto tem um projeto em parceria com a ONG Conservação Internacional (CI) para investir US$ 13 milhões até 2013. São ações com produtores rurais nos corredores de biodiversidade no cerrado (na região das fotos deste post) e na Mata Atlântica de vários estados do Nordeste, para interromper o desmatamento e apoiar a criação de unidades de conservação.
Na Mata Atlântica, o programa já resultou na criação de duas unidades de conservação privadas. Também ajudou a criar a Área de Proteção Ambiental Aldeia Beberibe, na Região Metropolitana de Recife (Pernambuco), e no desenvolvimento do plano de manejo da Estação Ecológica de Murici (Alagoas). Além disso, ajudou a formar uma rede de gestores de unidades de conservação no chamado Centro de Endemismo Pernambuco, área marcada por grande biodiversidade, alto índice demográfico e predomínio da cultura de cana-de-açúcar que inclui as florestas costeiras situadas ao norte do rio São Francisco e abrange os estados de Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.
No cerrado, do oeste baiano, a ação se concentrou nas baicias dos rios Preto, Ondas e Branco. A equipe do programa orientou os proprietários a conservar o que retsou de suas matas. Também fizeram reflorestamento principalmente para recuperar Áreas de Preservação Permanente (APPs), com mudas produzidas por comunidades locais.
“Estamos desenvolvendo ações que visam garantir a sustentabilidade nas paisagens produtivas, com boas práticas no uso do solo, evitando o desmatamento ilegal e a extinção de espécies”, diz Fábio Scarano, diretor-executivo da CI-Brasil. “Essas ações contam com o envolvimento de funcionários da Monsanto, agricultores, instituições parceiras e sociedade civil nas regiões do projeto.” Para a Monsanto, trabalhar com a CI foi bom para a missão da empresa. “A interação entre os profissionais da nossa empresa e os líderes da CI fortaleceu a compreensão do nosso compromisso de desenvolver tecnologias que possam produzir mais, conservando recursos naturais e melhorando a qualidade de vida de quem produz e consome”, diz Gabriela Burian, gerente de Sustentabilidade da Monsanto do Brasil.
(Alexandre Mansur)
Transcrito integralmente do Blog do Planeta
fonte:
http://colunas.epoca.globo.com/planeta/2010/11/17/o-lado-ecologico-da-monsanto/
Na Mata Atlântica, o programa já resultou na criação de duas unidades de conservação privadas. Também ajudou a criar a Área de Proteção Ambiental Aldeia Beberibe, na Região Metropolitana de Recife (Pernambuco), e no desenvolvimento do plano de manejo da Estação Ecológica de Murici (Alagoas). Além disso, ajudou a formar uma rede de gestores de unidades de conservação no chamado Centro de Endemismo Pernambuco, área marcada por grande biodiversidade, alto índice demográfico e predomínio da cultura de cana-de-açúcar que inclui as florestas costeiras situadas ao norte do rio São Francisco e abrange os estados de Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.
No cerrado, do oeste baiano, a ação se concentrou nas baicias dos rios Preto, Ondas e Branco. A equipe do programa orientou os proprietários a conservar o que retsou de suas matas. Também fizeram reflorestamento principalmente para recuperar Áreas de Preservação Permanente (APPs), com mudas produzidas por comunidades locais.
“Estamos desenvolvendo ações que visam garantir a sustentabilidade nas paisagens produtivas, com boas práticas no uso do solo, evitando o desmatamento ilegal e a extinção de espécies”, diz Fábio Scarano, diretor-executivo da CI-Brasil. “Essas ações contam com o envolvimento de funcionários da Monsanto, agricultores, instituições parceiras e sociedade civil nas regiões do projeto.” Para a Monsanto, trabalhar com a CI foi bom para a missão da empresa. “A interação entre os profissionais da nossa empresa e os líderes da CI fortaleceu a compreensão do nosso compromisso de desenvolver tecnologias que possam produzir mais, conservando recursos naturais e melhorando a qualidade de vida de quem produz e consome”, diz Gabriela Burian, gerente de Sustentabilidade da Monsanto do Brasil.
(Alexandre Mansur)
Transcrito integralmente do Blog do Planeta
fonte:
http://colunas.epoca.globo.com/planeta/2010/11/17/o-lado-ecologico-da-monsanto/
Wednesday, November 10, 2010
Agropecuária tem maior potencial atual de redução de emissões no Brasil
Só o manejo de pastagens e geração energia da cana poderiam reduzir emissões em 149 milhões de ton de CO2 equivalente ao ano
08 de novembro de 2010
Karina Ninni - estadao.com.br
Só o manejo correto de pastagens em áreas degradadas no Brasil poderia evitar a emissão de 80 milhões de toneladas de CO2 equivalente ao ano. O valor é maior do que as emissões industriais brasileiras que, de acordo com o último inventário, feito em 2005, foram de 78 milhões de toneladas de CO2 equivalente. Os números foram calculados pelo Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais (Icone), parceiro do Centro de Estudos em Sustentabilidade Fundação Getúlio Vargas (GVCes) em um relatório lançado nesta terça-feira sobre as emissões do setor agrícola.
“A agropecuária é o segundo setor que mais emite no Brasil, sendo responsável por 19% das emissões brasileiras, mas isso pode mudar com a aplicação de medidas simples de manejo. É também o setor mais vulnerável às mudanças climáticas, mas, por outro lado, é onde a adaptação a elas terá menor custo”, resume a coordenadora do Programa de Sustentabilidade Global do GVCes, Bárbara Oliveira. De acordo com a Embrapa, serão necessários recursos na casa dos R$ 56 bilhões para adotar as ações de mitigação apresentadas pelo governo brasileiro no campo agropecuário até 2020. Bárbara, entretanto, ressalta que se trata de um setor tradicional, com certa dificuldade de responder às inovações.
“Isso era verdade há 20 anos. Hoje, o perfil do setor mudou. Os produtores sabem que não podem ser refratários a novas tecnologias, senão vão ficar para trás. De uma maneira geral, nós entendemos que o que hoje é problema pode ser oportunidade se passarmos de atividade emissora para atividade que sequestra carbono. A expectativa é gerar renda evitando emissões”, afirma Assuero Doca Veronez, presidente da Comissão Nacional de Meio Ambiente da Confederação Nacional da Agricultura e Vice-Presidente da entidade.
Soluções
“O manejo de pastagens, o plantio direto, sem queimada ou formas de limpeza do solo que impliquem em altas emissões, e o uso dos resíduos agrícolas para a geração de energia são as soluções com mais potencial para reduzir emissões do setor”, afirma Laura Antoniazzi, agrônoma e pesquisadora do Icone.
De acordo com ela, se todo o bagaço de cana produzido no país fosse convertido em fonte de geração de energia, teríamos potencial de gerar 126 mil gigawatts por hora até 2020. “Isso significaria evitar a emissão de 69 milhões de toneladas de CO2 equivalente se substituísse parte da energia gerada por termelétricas movidas a diesel”, diz Laura.
Praticamente todas as soluções apontadas por especialistas dependem da integração dos diversos órgãos governamentais responsáveis pela política agrícola, ambiental e energética do país com os atores do setor (que vão desde pequenos produtores até grandes conglomerados processadores de alimentos) – e também do aumento da escala das políticas públicas voltadas para a redução de emissões no campo.
“O arcabouço institucional exige afinação para que tenhamos resultados palpáveis até 2020”, diz Bárbara, do GVCes.
Algumas gigantes do setor estão se adiantando e se preparam para continuar rentáveis numa economia de baixo carbono. É o caso da Monsanto, maior produtora mundial de organismos geneticamente modificados (OGMs), os chamados transgênicos.
“Nós nos colocamos o compromisso de possibilitar a redução de 1/3 das emissões relativas ao uso de água, energia e solo no plantio de soja, algodão e milho até 2030”, afirma Gabriela Burian, gerente de sustentabilidade da Monsanto. As ferramentas da empresa incluem os polêmicos transgênicos, que já cobrem 20 milhões de hectares em lavouras no mundo inteiro. “Os transgênicos são parte da solução, pois minimizam o uso de pesticidas e herbicidas e, assim, poupam os solos e a água”, acredita Gabriela, afirmando que a empresa aposta na tecnologia e nas parcerias com os fornecedores.
“No início de 2012 deve chegar ao mercado americano o milho tolerante a stress hídrico, ou seja, uma qualidade de semente que precisa de menos água. E estamos capacitando nossos fornecedores, inclusive os da área de logística, que inclui o transporte da produção, responsável por boa parte de nossas emissões”.
08 de novembro de 2010
Karina Ninni - estadao.com.br
Só o manejo correto de pastagens em áreas degradadas no Brasil poderia evitar a emissão de 80 milhões de toneladas de CO2 equivalente ao ano. O valor é maior do que as emissões industriais brasileiras que, de acordo com o último inventário, feito em 2005, foram de 78 milhões de toneladas de CO2 equivalente. Os números foram calculados pelo Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais (Icone), parceiro do Centro de Estudos em Sustentabilidade Fundação Getúlio Vargas (GVCes) em um relatório lançado nesta terça-feira sobre as emissões do setor agrícola.
“A agropecuária é o segundo setor que mais emite no Brasil, sendo responsável por 19% das emissões brasileiras, mas isso pode mudar com a aplicação de medidas simples de manejo. É também o setor mais vulnerável às mudanças climáticas, mas, por outro lado, é onde a adaptação a elas terá menor custo”, resume a coordenadora do Programa de Sustentabilidade Global do GVCes, Bárbara Oliveira. De acordo com a Embrapa, serão necessários recursos na casa dos R$ 56 bilhões para adotar as ações de mitigação apresentadas pelo governo brasileiro no campo agropecuário até 2020. Bárbara, entretanto, ressalta que se trata de um setor tradicional, com certa dificuldade de responder às inovações.
“Isso era verdade há 20 anos. Hoje, o perfil do setor mudou. Os produtores sabem que não podem ser refratários a novas tecnologias, senão vão ficar para trás. De uma maneira geral, nós entendemos que o que hoje é problema pode ser oportunidade se passarmos de atividade emissora para atividade que sequestra carbono. A expectativa é gerar renda evitando emissões”, afirma Assuero Doca Veronez, presidente da Comissão Nacional de Meio Ambiente da Confederação Nacional da Agricultura e Vice-Presidente da entidade.
Soluções
“O manejo de pastagens, o plantio direto, sem queimada ou formas de limpeza do solo que impliquem em altas emissões, e o uso dos resíduos agrícolas para a geração de energia são as soluções com mais potencial para reduzir emissões do setor”, afirma Laura Antoniazzi, agrônoma e pesquisadora do Icone.
De acordo com ela, se todo o bagaço de cana produzido no país fosse convertido em fonte de geração de energia, teríamos potencial de gerar 126 mil gigawatts por hora até 2020. “Isso significaria evitar a emissão de 69 milhões de toneladas de CO2 equivalente se substituísse parte da energia gerada por termelétricas movidas a diesel”, diz Laura.
Praticamente todas as soluções apontadas por especialistas dependem da integração dos diversos órgãos governamentais responsáveis pela política agrícola, ambiental e energética do país com os atores do setor (que vão desde pequenos produtores até grandes conglomerados processadores de alimentos) – e também do aumento da escala das políticas públicas voltadas para a redução de emissões no campo.
“O arcabouço institucional exige afinação para que tenhamos resultados palpáveis até 2020”, diz Bárbara, do GVCes.
Algumas gigantes do setor estão se adiantando e se preparam para continuar rentáveis numa economia de baixo carbono. É o caso da Monsanto, maior produtora mundial de organismos geneticamente modificados (OGMs), os chamados transgênicos.
“Nós nos colocamos o compromisso de possibilitar a redução de 1/3 das emissões relativas ao uso de água, energia e solo no plantio de soja, algodão e milho até 2030”, afirma Gabriela Burian, gerente de sustentabilidade da Monsanto. As ferramentas da empresa incluem os polêmicos transgênicos, que já cobrem 20 milhões de hectares em lavouras no mundo inteiro. “Os transgênicos são parte da solução, pois minimizam o uso de pesticidas e herbicidas e, assim, poupam os solos e a água”, acredita Gabriela, afirmando que a empresa aposta na tecnologia e nas parcerias com os fornecedores.
“No início de 2012 deve chegar ao mercado americano o milho tolerante a stress hídrico, ou seja, uma qualidade de semente que precisa de menos água. E estamos capacitando nossos fornecedores, inclusive os da área de logística, que inclui o transporte da produção, responsável por boa parte de nossas emissões”.
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CO2; Sustentabilidade,
recursos naturais
Friday, October 29, 2010
Esta quinta-feira era o dia mais esperado da nossa viagem. Dia do evento paralelo do CEBDS na COP. Dia do Conselho mostrar o que as empresas brasileiras vêm fazendo para incorporar a biodiversidade no seu modelo de gestão. Dia de muito trabalho e expectativa.
O tempo não ajudou. A véspera do fim da COP amanheceu chuvosa e gelada. A presença da ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira, confirmada no Brasil, ainda era um incógnita. Ela tinha uma negociação importante na hora do almoço e nosso evento era às 13h15.
Mas às 12h45, ela chegou e essa foi só a primeira grata surpresa. Na hora marcada a sala estava cheia e com um público muito especial. Estavam lá Josh Bishop, coordenador do TEEB e outros representantes da IUCN (International Union of Conservation of Nature), algumas das principais ONGs do mundo, como Conservação Internacional, WWF Brasil, Birdlife, WCS (World Conservation Society), Instituto Life, além de executivos japoneses e da CNI.
Apresentação
Lia apresentou o CEBDS, o trabalho e o compromisso da CTBio em ajudar as empresas a aprofundar o conhecimento em biodiversidade. Falou também que esse evento marca o início de uma nova trajetória para a CTBio. Nos próximos dois anos, a Câmara vai trabalhar para estimular as empresas a medir seus impactos e buscar as ferramentas para avaliar a dependência que elas têm da biodiversidade.
Elisabete Calazans, gerente geral de Saúde, Meio Ambiente e Segurança da Petrobras, associada e parceira do Conselho no evento e na publicação, apresentou o nosso livreto , que traz 27 cases de 17 empresas relacionados aos três objetivos da CDB. Em seguida, falou a ministra. Ela elogiou a iniciativa do CEBDS e do setor privado brasileiro e reforçou a importância do trabalho conjunto com o governo.
James Griffiths, diretor de Água, Ecossistemas e Recursos Florestais do WBCSD, lembrou a importância de as empresas mudarem seu jeito de fazer negócios, já que hoje elas impactam a biodiversidade, da qual elas dependem. E deu algumas dicas. “As companhias devem mensurar, gerenciar, mitigar riscos e impactos, explorando as oportunidades geradas pelo uso sustentável da biodiversidade. Além disso, devem encorajar os fornecedores e construir boas parcerias”, disse.
As empresas
Na segunda parte do evento, Daniela convidou as empresas para a apresentação dos cases. Estavam lá Sérgio Talocchi, da Natura; Giane Zimmer, da Vale; Ana Paula Ramos, da Petrobras; Rafael Fiorine, da Cemig e Gabriela Burian, da Monsanto. Cada empresa falou sobre porque decidiu investir em biodiversidade e contou um pouco das práticas que já têm.
Gabriela Burian, da Monsanto, abriu explicando que é interessante ser da Monsanto porque sempre o interlocutor tem alguma opinião intensa - considera-a satã ou santa. E finalizou a introdução dizendo que, na realidade, a Monsanto é apenas uma empresa de agri-biotec com muita vontade de fazer parte da solução.
Para isso ela está Comprometida em dobrar a produtividade de 2000 a 2030 com 1/3 a menos de recursos naturais e ajudando a melhorar vidas - que os casos mostram.
Antes de abrir para as perguntas da platéia, Daniela elogiou a coragem das empresas de estarem ali, se abrindo para um público tão atento ao assunto. “Esses espaços internacionais de negociação, em geral, quando se referem às empresas, são para pedir recursos e/ou denunciar o seu impacto. A presença das empresas nesse evento demonstra um real compromisso e interesse de promover o engajamento proativo entre o setor privado e a Convenção”, afirmou.
Dr. Josh Bishop, economista e um dos responsáveis por um dos mais importantes relatórios lançados esse ano para a biodiversidade, abriu a sessão dos debate com uma ótima pergunta. “Vocês falaram sobre várias experiências, mas como as empresas definem quanto fazer pela biodiversidade e quanto é o suficiente?”, perguntou ele. "Por que a Monsanto decidiu trabalhar para usar 1/3 a menos de recursos naturais? E por que o dobro da produtividade?"
Gabriela logo respondeu que a definição foi em funcao do crescimento da populacao e a necessidade de reduzir o uso de recursos naturais mas, lembrou que o COmite de Sustentabilidade da empresa é fundamental nesse tipo de definicao e a empresa chama toda a sociedade a fazer parte dele.
Se a gente tivesse combinado, a pergunta não teria sido tão boa, porque é exatamente essa a questão que a CTBio quer ajudar a responder com o trabalho dos próximos dois anos. Foi o que a Daniela explicou, antes de passar para as empresas que reforçaram o fato de que as experiências existentes são passos importantes, mas que ainda há um longo caminho pela frente.
Nossa impressão
Para o CEBDS foi muito importante estar aqui ao lado das associadas. Nenhum outro evento paralelo teve tantos representantes do setor privado. Foi o único país a trazer representantes das empresas para apresentar suas ações em biodiversidade, uma relação que vem sendo destacada desde antes da COP como imprescindível para a contenção das perdas.
Chegando ao fim
A COP está quase no fim e nenhum acordo foi fechado. A previsão era que as negociações acabassem às 12h, mas o prazo foi postergado para o fim do dia (começo de sexta-feira no Brasil). Já são 7h da noite e, apesar do High Level Meeting ter começado, um dos grupos de trabalho ainda está negociando o Plano Estratégico da Convenção, que deve ser encaminhado em breve para a plenária. O que fica: As ferramentas que as empresas puderam captar aqui na COP sobretudo para valorizar ecosistema de modo a facilitar o entendimento e uso desse racional na estrategia do negócio. Parabens setor empresarial brasileiro! Faltou o setor agricola: CNA e Ares deveriam ter estado presentes!
O tempo não ajudou. A véspera do fim da COP amanheceu chuvosa e gelada. A presença da ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira, confirmada no Brasil, ainda era um incógnita. Ela tinha uma negociação importante na hora do almoço e nosso evento era às 13h15.
Mas às 12h45, ela chegou e essa foi só a primeira grata surpresa. Na hora marcada a sala estava cheia e com um público muito especial. Estavam lá Josh Bishop, coordenador do TEEB e outros representantes da IUCN (International Union of Conservation of Nature), algumas das principais ONGs do mundo, como Conservação Internacional, WWF Brasil, Birdlife, WCS (World Conservation Society), Instituto Life, além de executivos japoneses e da CNI.
Apresentação
Lia apresentou o CEBDS, o trabalho e o compromisso da CTBio em ajudar as empresas a aprofundar o conhecimento em biodiversidade. Falou também que esse evento marca o início de uma nova trajetória para a CTBio. Nos próximos dois anos, a Câmara vai trabalhar para estimular as empresas a medir seus impactos e buscar as ferramentas para avaliar a dependência que elas têm da biodiversidade.
Elisabete Calazans, gerente geral de Saúde, Meio Ambiente e Segurança da Petrobras, associada e parceira do Conselho no evento e na publicação, apresentou o nosso livreto , que traz 27 cases de 17 empresas relacionados aos três objetivos da CDB. Em seguida, falou a ministra. Ela elogiou a iniciativa do CEBDS e do setor privado brasileiro e reforçou a importância do trabalho conjunto com o governo.
James Griffiths, diretor de Água, Ecossistemas e Recursos Florestais do WBCSD, lembrou a importância de as empresas mudarem seu jeito de fazer negócios, já que hoje elas impactam a biodiversidade, da qual elas dependem. E deu algumas dicas. “As companhias devem mensurar, gerenciar, mitigar riscos e impactos, explorando as oportunidades geradas pelo uso sustentável da biodiversidade. Além disso, devem encorajar os fornecedores e construir boas parcerias”, disse.
As empresas
Na segunda parte do evento, Daniela convidou as empresas para a apresentação dos cases. Estavam lá Sérgio Talocchi, da Natura; Giane Zimmer, da Vale; Ana Paula Ramos, da Petrobras; Rafael Fiorine, da Cemig e Gabriela Burian, da Monsanto. Cada empresa falou sobre porque decidiu investir em biodiversidade e contou um pouco das práticas que já têm.
Gabriela Burian, da Monsanto, abriu explicando que é interessante ser da Monsanto porque sempre o interlocutor tem alguma opinião intensa - considera-a satã ou santa. E finalizou a introdução dizendo que, na realidade, a Monsanto é apenas uma empresa de agri-biotec com muita vontade de fazer parte da solução.
Para isso ela está Comprometida em dobrar a produtividade de 2000 a 2030 com 1/3 a menos de recursos naturais e ajudando a melhorar vidas - que os casos mostram.
Antes de abrir para as perguntas da platéia, Daniela elogiou a coragem das empresas de estarem ali, se abrindo para um público tão atento ao assunto. “Esses espaços internacionais de negociação, em geral, quando se referem às empresas, são para pedir recursos e/ou denunciar o seu impacto. A presença das empresas nesse evento demonstra um real compromisso e interesse de promover o engajamento proativo entre o setor privado e a Convenção”, afirmou.
Dr. Josh Bishop, economista e um dos responsáveis por um dos mais importantes relatórios lançados esse ano para a biodiversidade, abriu a sessão dos debate com uma ótima pergunta. “Vocês falaram sobre várias experiências, mas como as empresas definem quanto fazer pela biodiversidade e quanto é o suficiente?”, perguntou ele. "Por que a Monsanto decidiu trabalhar para usar 1/3 a menos de recursos naturais? E por que o dobro da produtividade?"
Gabriela logo respondeu que a definição foi em funcao do crescimento da populacao e a necessidade de reduzir o uso de recursos naturais mas, lembrou que o COmite de Sustentabilidade da empresa é fundamental nesse tipo de definicao e a empresa chama toda a sociedade a fazer parte dele.
Se a gente tivesse combinado, a pergunta não teria sido tão boa, porque é exatamente essa a questão que a CTBio quer ajudar a responder com o trabalho dos próximos dois anos. Foi o que a Daniela explicou, antes de passar para as empresas que reforçaram o fato de que as experiências existentes são passos importantes, mas que ainda há um longo caminho pela frente.
Nossa impressão
Para o CEBDS foi muito importante estar aqui ao lado das associadas. Nenhum outro evento paralelo teve tantos representantes do setor privado. Foi o único país a trazer representantes das empresas para apresentar suas ações em biodiversidade, uma relação que vem sendo destacada desde antes da COP como imprescindível para a contenção das perdas.
Chegando ao fim
A COP está quase no fim e nenhum acordo foi fechado. A previsão era que as negociações acabassem às 12h, mas o prazo foi postergado para o fim do dia (começo de sexta-feira no Brasil). Já são 7h da noite e, apesar do High Level Meeting ter começado, um dos grupos de trabalho ainda está negociando o Plano Estratégico da Convenção, que deve ser encaminhado em breve para a plenária. O que fica: As ferramentas que as empresas puderam captar aqui na COP sobretudo para valorizar ecosistema de modo a facilitar o entendimento e uso desse racional na estrategia do negócio. Parabens setor empresarial brasileiro! Faltou o setor agricola: CNA e Ares deveriam ter estado presentes!
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COP10; Japan; Sustentabilidade,
empresas
Wednesday, October 27, 2010
CBD midpoint update; positivity and frustration
We have moved into the second week of negotiations in Nagoya, Japan, at the U.N. Convention on Biological Diversity (CBD). This week will help determine the world’s biodiversity conservation priorities for the next 10 years.
As is the case with any negotiation involving most of the world’s countries, progress doesn’t always come quickly. But the good news is that we are, in fact, making progress in Nagoya.
What’s on the table
Negotiators are discussing three major issues in Japan:
1. The CBD Strategic Plan, which will set out targets for biodiversity conservation to be achieved by 2020.
2. Access and Benefit Sharing—the art of determining who has access to, and who will benefit from, “genetic resources.” (Genetic resources can be defined as any biological material with commercial value—e.g., in products like drugs or cosmetics.)
3. Financing—determining who, exactly, will pay for biodiversity protection.
The progress on all three of these issues will determine how the conversation moves along on the other two.
Through long days (and nights) of negotiation, we can see some good results.
• Most notably, 25/15—our goal of seeing 25 percent of land and inland waters and 15 percent of marine areas under formal protection—is on the table to be included in what’s known as Target 11, which outlines global targets for protected areas. Thanks to Costa Rica.
• Agreement was reached on a target to prevent the extinction of threatened species.
• Subsidies and other incentives harmful to biodiversity are targeted to be eliminated or reformed by 2020.
Heading into the home stretch
People need nature to thrive. And in these last few days of the CBD, negotiators have a chance to make a serious commitment to protecting it.
Environment ministers from more than 100 countries, as well as a few heads of state, are in Nagoya to finalize the negotiations. We hope that the presence of these leaders—as well as that of luminaries like CI Vice Chairman Harrison Ford—will create the momentum necessary for countries to resolve their differences and sign off on a strong framework for the next 10 years of conservation action.
As is the case with any negotiation involving most of the world’s countries, progress doesn’t always come quickly. But the good news is that we are, in fact, making progress in Nagoya.
What’s on the table
Negotiators are discussing three major issues in Japan:
1. The CBD Strategic Plan, which will set out targets for biodiversity conservation to be achieved by 2020.
2. Access and Benefit Sharing—the art of determining who has access to, and who will benefit from, “genetic resources.” (Genetic resources can be defined as any biological material with commercial value—e.g., in products like drugs or cosmetics.)
3. Financing—determining who, exactly, will pay for biodiversity protection.
The progress on all three of these issues will determine how the conversation moves along on the other two.
Through long days (and nights) of negotiation, we can see some good results.
• Most notably, 25/15—our goal of seeing 25 percent of land and inland waters and 15 percent of marine areas under formal protection—is on the table to be included in what’s known as Target 11, which outlines global targets for protected areas. Thanks to Costa Rica.
• Agreement was reached on a target to prevent the extinction of threatened species.
• Subsidies and other incentives harmful to biodiversity are targeted to be eliminated or reformed by 2020.
Heading into the home stretch
People need nature to thrive. And in these last few days of the CBD, negotiators have a chance to make a serious commitment to protecting it.
Environment ministers from more than 100 countries, as well as a few heads of state, are in Nagoya to finalize the negotiations. We hope that the presence of these leaders—as well as that of luminaries like CI Vice Chairman Harrison Ford—will create the momentum necessary for countries to resolve their differences and sign off on a strong framework for the next 10 years of conservation action.
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COP10; Japan; Sustainability,
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Sunday, October 24, 2010
COP-10, Nagoya, Japan
During the two-days flight from Brazil to Japan I was wondering "Why a Conference of Biodiversity in Japan?"... But, once we arrive, we understand... This country has a lot to teach in terms of preservation and taking care... It seems all the citizen are engaged in the COP10 - ready to help (even without the language knowlodge).
In the fair of biodiversity all the japanese cities were represented there - it's effort to preserve biodiversity.
Public transportation works here... And also personnal transportation: bikes! We see bikes everywhere - even if it rains...
In the fair of biodiversity all the japanese cities were represented there - it's effort to preserve biodiversity.
Public transportation works here... And also personnal transportation: bikes! We see bikes everywhere - even if it rains...
Sunday, October 17, 2010
Ultimos dias de outubro!... Latest days of October!
Amanha começa em Nagoya a 10a Conferencia das Partes (COP 10) da Conferencia da Diversidade Biologica (CDB)... Estaremos lá a partir do dia 23 - a viagem demora uns 2 dias...
Até lá por aqui em SP temos tambem bastante discussao e oportunidade de dialogar com a Universidade como avançamos a questao da sustentabilidade nas empresas e, mais que isso, no Brasil em geral: PUC Inova propoe uma boa oportunidade para isso - do dia 19 ao 21/10.
E, para nao dizermos que o Agronegocio nao está sendo pensado nessa otica mais macro dia 19 a tarde na FGV, dentro do quadro do Empresas Pelo Clima teremos o workshop sobre Agronegócio e oportunidades para Aagricultura de Baixo Carbono.
Excelente semana para todos: Com dialogos efetivos e avanços significativos!
Em tempo: Se alguem tiver estagiaria(o) sustentavel em SP, favor enviar! Thanks!
In Japan: COP 10 starting tomorow (we will be only 23rd)
In Brazil, SP: Discussions about agribusiness and low carbon economy at FGV (19) and sustainability and companies at PUC (19 to 21st)
Até lá por aqui em SP temos tambem bastante discussao e oportunidade de dialogar com a Universidade como avançamos a questao da sustentabilidade nas empresas e, mais que isso, no Brasil em geral: PUC Inova propoe uma boa oportunidade para isso - do dia 19 ao 21/10.
E, para nao dizermos que o Agronegocio nao está sendo pensado nessa otica mais macro dia 19 a tarde na FGV, dentro do quadro do Empresas Pelo Clima teremos o workshop sobre Agronegócio e oportunidades para Aagricultura de Baixo Carbono.
Excelente semana para todos: Com dialogos efetivos e avanços significativos!
Em tempo: Se alguem tiver estagiaria(o) sustentavel em SP, favor enviar! Thanks!
In Japan: COP 10 starting tomorow (we will be only 23rd)
In Brazil, SP: Discussions about agribusiness and low carbon economy at FGV (19) and sustainability and companies at PUC (19 to 21st)
Saturday, October 9, 2010
Avanços rumo a Sustentabilidade!
Semana boa essa que antecede o Dia Global pelas solucoes Climaticas! O Brasil esta´ fazendo de norte a sul - em iniciativas com todos os setores da sociedade vemos na pratica a busca por regioes que produzam mais e conservem mais tambem (Barreiras, Luis Eduardo Magalhaes e toda a regiao: Essa será sua marca!) e no Rio de Janeiro o Forum Global pela sustentabilidade com participacao de empresas (importantes no cenario nacional e internacional), sociedade civil e governo do Rio de Janeiro mostra bem: a mudança na pratica ja esta´ acontecendo e o Brasil tem um papel fundamental (ouvido dos estrangeiros no Forum!). E, cada um pode fazer a sua parte! A rede fortalece-se, os casos de mudança aumentam... Parabens Brasil!
Thursday, September 16, 2010
Exposição mostra cenas do cerrado
<
Mostrar os diversos olhares do cerrado baiano não apenas para Salvador, mas para o mundo é um dos objetivos da exposição fotográfica “A recriação do Olhar sobre o Cerrado Baiano”, que acontece a partir de hoje, na Praça Campo Grande.
A mostra que é realizada pela Conservação Internacional (CI-Brasil) e Instituto Bioeste com o apoio da Monsanto também faz parte das comemorações da Semana do Cerrado e ao Ano Internacional da Biodiversidade.
Para divulgar ainda mais o evento, representantes do Monsanto, da CI-Brasil e do Instituto Bioeste visitaram a sede da Tribuna da Bahia, onde foram recebidos pelo diretor-presidente Walter Pinheiro.
“Iniciativas assim são oportunidades para que as pessoas tenham cada vez mais consciência sobre a importância da preservação da natureza”, destacou Walter Pinheiro.
Segundo a gerente de sustentabilidade da Monsanto Gabriela Burian a mostra faz parte de um trabalho continuo.
“A exposição fotográfica demonstra a união de esforços permanentes do programa produzir e conservar para plantar uma semente de sustentabilidade e na possível relação entre agronegócio e meio ambiente”, disse.
Ela acredita ainda na mobilização da sociedade como uma forma de mostrar a importância na sustentabilidade e na união de esforços do setor produtivo e ambiental para, ao mesmo tempo, conservar a biodiversidade e aumentar a produção agrícola.
O objetivo da exposição que traz diversos olhares do mesmo lugar é conscientizar a população sobre as belezas e ameaças àquela região, assim como valorizar seu povo e suas tradições, tão importantes para a manutenção da biodiversidade local e do bem-estar humano. Outro destaque do evento é em relação às novas produções daquela área e da integração entre os agricultores, com a educação ambiental dentro das fazendas.
As fotografias são, em sua maioria, resultado de uma oficina de fotografia feita por moradores daquela região, seguida por uma expedição pelo extremo oeste da Bahia realizada em maio deste ano. Na ocasião, 18 moradores locais produziram mais de sete mil cliques ao longo dos 900 quilômetros rodados nos municípios de Barreiras, Luis Eduardo Magalhães, São Desidério, Formosa do Rio Preto e Santa Rita de Cássia.
O olhar de fotógrafos da natureza, como Adriano Gambarini e Luciano Candisani, também está na mostra. O evento expõe ainda vídeos com relatos da própria população da região acerca do Cerrado, assim como dos fotógrafos. Painéis removíveis e instalações, como a de um bebedouro com a “água do futuro”, proporcionam ao visitante uma maior interação com as imagens da região.
Dividida em cinco eixos temáticos – a biodiversidade, o ser humano, a comida, a água e o clima –, a exposição fica na capital baiana até o próximo dia 18 e segue para Camaçari no dia 22 e no mês seguinte vai estar no oeste baiano, onde irá visitar as cidades de São Desidério, Barreiras, Luiz Eduardo Magalhães, Formosa do Rio Preto e Santa Rita de Cássia.
Mostrar os diversos olhares do cerrado baiano não apenas para Salvador, mas para o mundo é um dos objetivos da exposição fotográfica “A recriação do Olhar sobre o Cerrado Baiano”, que acontece a partir de hoje, na Praça Campo Grande.
A mostra que é realizada pela Conservação Internacional (CI-Brasil) e Instituto Bioeste com o apoio da Monsanto também faz parte das comemorações da Semana do Cerrado e ao Ano Internacional da Biodiversidade.
Para divulgar ainda mais o evento, representantes do Monsanto, da CI-Brasil e do Instituto Bioeste visitaram a sede da Tribuna da Bahia, onde foram recebidos pelo diretor-presidente Walter Pinheiro.
“Iniciativas assim são oportunidades para que as pessoas tenham cada vez mais consciência sobre a importância da preservação da natureza”, destacou Walter Pinheiro.
Segundo a gerente de sustentabilidade da Monsanto Gabriela Burian a mostra faz parte de um trabalho continuo.
“A exposição fotográfica demonstra a união de esforços permanentes do programa produzir e conservar para plantar uma semente de sustentabilidade e na possível relação entre agronegócio e meio ambiente”, disse.
Ela acredita ainda na mobilização da sociedade como uma forma de mostrar a importância na sustentabilidade e na união de esforços do setor produtivo e ambiental para, ao mesmo tempo, conservar a biodiversidade e aumentar a produção agrícola.
O objetivo da exposição que traz diversos olhares do mesmo lugar é conscientizar a população sobre as belezas e ameaças àquela região, assim como valorizar seu povo e suas tradições, tão importantes para a manutenção da biodiversidade local e do bem-estar humano. Outro destaque do evento é em relação às novas produções daquela área e da integração entre os agricultores, com a educação ambiental dentro das fazendas.
As fotografias são, em sua maioria, resultado de uma oficina de fotografia feita por moradores daquela região, seguida por uma expedição pelo extremo oeste da Bahia realizada em maio deste ano. Na ocasião, 18 moradores locais produziram mais de sete mil cliques ao longo dos 900 quilômetros rodados nos municípios de Barreiras, Luis Eduardo Magalhães, São Desidério, Formosa do Rio Preto e Santa Rita de Cássia.
O olhar de fotógrafos da natureza, como Adriano Gambarini e Luciano Candisani, também está na mostra. O evento expõe ainda vídeos com relatos da própria população da região acerca do Cerrado, assim como dos fotógrafos. Painéis removíveis e instalações, como a de um bebedouro com a “água do futuro”, proporcionam ao visitante uma maior interação com as imagens da região.
Dividida em cinco eixos temáticos – a biodiversidade, o ser humano, a comida, a água e o clima –, a exposição fica na capital baiana até o próximo dia 18 e segue para Camaçari no dia 22 e no mês seguinte vai estar no oeste baiano, onde irá visitar as cidades de São Desidério, Barreiras, Luiz Eduardo Magalhães, Formosa do Rio Preto e Santa Rita de Cássia.
Thursday, September 9, 2010
Recriação do Olhar sobre o Cerrado Baiano - Salvador praça Campo Grande - de 14 a 18/9
Em comemoração à Semana do Cerrado e ao Ano Internacional da Biodiversidade, a Conservação Internacional (CI-Brasil) e o Instituto Bioeste, com o apoio da Monsanto, lançam no dia 14 deste mês, na Praça Campo Grande, Centro de Salvador, a exposição fotográfica itinerante “A Recriação do Olhar sobre o Cerrado Baiano”. Dividida em cinco eixos temáticos – a biodiversidade, o ser humano, a comida, a água e o clima – o objetivo da mostra é conscientizar a população sobre as belezas e ameaças à região, assim como valorizar seu povo e suas tradições, tão importantes para a manutenção da biodiversidade local e do bem-estar humano. A exposição fica na cidade até o dia 18 de setembro.
Thursday, August 26, 2010
FÓRUM # Biodiversidade e Nova Economia
Painel Mitigação de Risco e Financiamento: Quais mudanças vem ocorrendo no perfil dos investidores reconhecendo a perda da biodiversidade como um risco?
- Quais ações as empresas devem considerar na gestão desses riscos?
- Como os investidores podem reforçar suas exigências de divulgação de informações?
- Marcio Macedo da Costa, BNDES
- Carlos Klink, International Finance Corporation
- Claudio Maretti, WWF
- Thais Magalhães, Alcoa
- Josemar Picanço, Coca-Cola
- Gabriela Burian, Monsanto
Moderador: Aldo Arantes, diretor de Meio Ambiente da Fundação Maurício Grabois
Muito bom painel sobre risco da nao consideracao da Biodiversidade na gestao das empresas. Potencial impacto nos negócios sob diversas oticas: ONGs, governos, empresas. Excelente cenario da nova economia inicia-se:
Grandes empresas integrando biodiversidade em seu planejamento estrategico, trabalhando as cadeias de fornecedores e com parcerias longo prazo para recuperaçao de corredores de biodiversidade!
- Quais ações as empresas devem considerar na gestão desses riscos?
- Como os investidores podem reforçar suas exigências de divulgação de informações?
- Marcio Macedo da Costa, BNDES
- Carlos Klink, International Finance Corporation
- Claudio Maretti, WWF
- Thais Magalhães, Alcoa
- Josemar Picanço, Coca-Cola
- Gabriela Burian, Monsanto
Moderador: Aldo Arantes, diretor de Meio Ambiente da Fundação Maurício Grabois
Muito bom painel sobre risco da nao consideracao da Biodiversidade na gestao das empresas. Potencial impacto nos negócios sob diversas oticas: ONGs, governos, empresas. Excelente cenario da nova economia inicia-se:
Grandes empresas integrando biodiversidade em seu planejamento estrategico, trabalhando as cadeias de fornecedores e com parcerias longo prazo para recuperaçao de corredores de biodiversidade!
Tuesday, August 24, 2010
Época de mudanças ou Mudança de Época?
Crop World South America today! Many presentations talking about sustainability: Great! The challenge: Agribusiness need to understand "others" as partners instead of opposition... We presented there a multi-stakeholders process (From field to market or in Brazil: "Do campo ao mercado") and it was good to see the interest from all about it!
Sunday, August 8, 2010
Atenção escolas!
Minha filha pediu-me para comprar cartolina de modo a fazer um trabalho sobre 3 Rs!
E como vamos ensinar as crianças a reduzirem se COMPRAMOS cartolina para escreverem sobre isso!?
Escolas, professores e pais: Precisamos repensar esse modelo... e nao repeti-lo!
E como vamos ensinar as crianças a reduzirem se COMPRAMOS cartolina para escreverem sobre isso!?
Escolas, professores e pais: Precisamos repensar esse modelo... e nao repeti-lo!
Saturday, August 7, 2010
Reduzir Reciclar e Reutilizar
Claro que antes de mais nada precisamos REDUZIR a utilização de tudo (repensar se de fato precisamos pode ser um exercicio bem interessante) mas, para Reciclar alguns cuidados sao importantes e...
VALEM A PENA FAZER!
Separar o lixo seco de todos os restos orgânicos: um copo sujo de cafezinho pode inutilizar quilos de papel limpo- e reciclável.
Lavar as embalagens para retirar os resíduos dos alimentos e dos produtos de higiene e limpeza.
Nosso lixo para reciclagem deve ser seco e limpo para ser de fato aproveitado!
VALEM A PENA FAZER!
Separar o lixo seco de todos os restos orgânicos: um copo sujo de cafezinho pode inutilizar quilos de papel limpo- e reciclável.
Lavar as embalagens para retirar os resíduos dos alimentos e dos produtos de higiene e limpeza.
Nosso lixo para reciclagem deve ser seco e limpo para ser de fato aproveitado!
Monday, July 19, 2010
Talking a little bit about Amazon...
http://www.youtube.com/watch?v=5wq_6lbd_HM&feature=player_embedded#!
Very good discussion! I recommend (specially from here... The middle of this magical Amazon...)
Very good discussion! I recommend (specially from here... The middle of this magical Amazon...)
Saturday, July 3, 2010
Reputation and Sustainability
Research has established that sustainable business practices have a direct
impact on corporate reputation and, in turn, bttom‐line success:
* 76% of executives say sustainability contributes positively to shareholder value in the
long‐term, and 50% see short‐term value creation (Source: McKinsey Quarterly, 2010)
* The Reputation Institute found that its CSR index, which considers dimensions
of citizenship, governance and workplace, predicted 40% of overall reputation
impact on corporate reputation and, in turn, bttom‐line success:
* 76% of executives say sustainability contributes positively to shareholder value in the
long‐term, and 50% see short‐term value creation (Source: McKinsey Quarterly, 2010)
* The Reputation Institute found that its CSR index, which considers dimensions
of citizenship, governance and workplace, predicted 40% of overall reputation
Extract from "A New Era of Sustainability" - CEOS approach
Embedding sustainability into the performance and remuneration packages of top executives and management was seen by many CEOs as perhaps one of the most effective means of ensuring more active management and monitoring of sustainability impacts (and Sustainability Exame Guia show us it also).
According to business leaders: “People have a habit of doing what you pay them to do” and
“We have changed the incentives for our board and management, so in addition to traditional economic metrics they now incorporate additional criteria based on consumer and employee satisfaction…we’re trying to move toward greater long-term thinking.”
We found several innovative approaches for more embedded metrics programs. For example, global utility National Grid plc has a target of 80% greenhouse gas reduction across its businesses by at least 2050, with a mid-term reduction target of 45% by 2020.
To drive performance at the individual level, in 2009 the company launched a carbon remuneration scheme that embeds carbon targets in the pay packages of senior
leaders and management. The scheme has provided a source of public differentiation since National Grid is able to point to a willingness to take action and put individual
rewards on the line in the interests of better environmental outcomes. It has also demonstrated National Grid’s advanced capabilities in detailed analysis and quantification of the
environmental impact of their operations. Although there are still challenges ahead, National Grid’s approach to carbon business planning has gone a long way toward resolving the traditional tension between a reward cycle that operates on an annual basis and performance objectives
that need to be measured over much longer timescales.
Based on conversations with many CEOs who had embarked on setting sustainability targets for top executives—or were considering doing so—National Grid’s story may be the sign of
things to come.
According to business leaders: “People have a habit of doing what you pay them to do” and
“We have changed the incentives for our board and management, so in addition to traditional economic metrics they now incorporate additional criteria based on consumer and employee satisfaction…we’re trying to move toward greater long-term thinking.”
We found several innovative approaches for more embedded metrics programs. For example, global utility National Grid plc has a target of 80% greenhouse gas reduction across its businesses by at least 2050, with a mid-term reduction target of 45% by 2020.
To drive performance at the individual level, in 2009 the company launched a carbon remuneration scheme that embeds carbon targets in the pay packages of senior
leaders and management. The scheme has provided a source of public differentiation since National Grid is able to point to a willingness to take action and put individual
rewards on the line in the interests of better environmental outcomes. It has also demonstrated National Grid’s advanced capabilities in detailed analysis and quantification of the
environmental impact of their operations. Although there are still challenges ahead, National Grid’s approach to carbon business planning has gone a long way toward resolving the traditional tension between a reward cycle that operates on an annual basis and performance objectives
that need to be measured over much longer timescales.
Based on conversations with many CEOs who had embarked on setting sustainability targets for top executives—or were considering doing so—National Grid’s story may be the sign of
things to come.
Friday, June 18, 2010
Tuesday, June 15, 2010
O poder de PRESERVAR em nossas mãos
Aconteceu de 07 a 11.06 a Semana do Meio Ambiente 2010 da fábrica de São José dos Campos da Monsanto, com o tema "O poder de PRESERVAR está em nossas mãos". A abertura foi realizada com a palestra da Gerente de Sustentabilidade, Gabriela Burian, oportunidade em que ela reforçou a todos nosso compromisso com a preservação ambiental e que todos somos multiplicadores desta mensagem. Durante a semana, os funcionários da fábrica puderam participar de várias atividades envolvendo tanto o público interno como as comunidades do entorno, entre elas: Gincana Ambiental, Exposição Fotográfica, Visita à Casa Ambiental e Concursos com foco na conscientização ambiental. O evento contou com a participação especial de filhos dos funcionários que participaram de um concurso gravando um vídeo mensagem sobre o tema Meio Ambiente. No encerramento, os filhos dos funcionários que enviaram os vídeos foram convidados para virem à fábrica e participar da atividade de plantio de uma muda nativa, juntamente com os alunos da Unidade Fundhas, integrantes da Brigada Mirim do Meio Ambiente. Os alunos da Fundhas realizaram uma apresentação musical com o tema “Faça a sua parte para evitar a Dengue”, música composta pelos próprios alunos os quais estão fazendo passeata pelas ruas da comunidade como alerta à população, além de entregarem encarte especial do Jornal Espaço da Comunidade com dicas de prevenção para evitar prejuízos ao meio ambiente.
Saturday, June 12, 2010
Como mudar a realidade com pequenas ações
Circula enquete na web: "Como está a coleta seletiva na sua cidade?".
Comentei com o autor: Na realidade deveriamos perguntar "O que voce tem feito para fazer a coleta seletiva do seu bairro funcionar?".
Histórias de sucesso deveriam ser difundidas para ajudar-mo-nos a criar outras novas historias de transformação!
Ao lermos relatos - as vezes simples - de transformação locais, senti-mo-nos motivados a fazer algo parecido e só assim podemos ajudar a mudar o curso da história desse planeta...
Comentei com o autor: Na realidade deveriamos perguntar "O que voce tem feito para fazer a coleta seletiva do seu bairro funcionar?".
Histórias de sucesso deveriam ser difundidas para ajudar-mo-nos a criar outras novas historias de transformação!
Ao lermos relatos - as vezes simples - de transformação locais, senti-mo-nos motivados a fazer algo parecido e só assim podemos ajudar a mudar o curso da história desse planeta...
Wednesday, June 9, 2010
RTRS today and tomorow
Growers, retailers, NGOs, Brazilian, North American, Europeans... All were together today (and still tomorow) presenting different point of view about the principles and criteria to produce a responsible soy - from Brazil to India.
Jason Clay presented trends for a planet that will need to feed 9 billion by 2050 and today is already using 55% of arable land for crop and cattle.
The consumption will increase 2,8 times but, we can't double the area today used to produce food. Produce more with less certainly is a must. But also there's a point still under discussion: How to integrate the externalities?... Only thinking together all different sectors... Opportunity!
Jason Clay presented trends for a planet that will need to feed 9 billion by 2050 and today is already using 55% of arable land for crop and cattle.
The consumption will increase 2,8 times but, we can't double the area today used to produce food. Produce more with less certainly is a must. But also there's a point still under discussion: How to integrate the externalities?... Only thinking together all different sectors... Opportunity!
PNUD e parceiros reconhecem ações empresariais pró-ODM
Oportunidade:
Até o dia 1º de julho, projetos empresariais que contribuam para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) podem se inscrever no World Business and Development Awards (Prêmio Empresas Globais e Desenvolvimento).
Os ODM são um conjunto de metas definidas pela Organização das Nações Unidas (UN), que pretendem, até 2015, reduzir a pobreza, promover a educação e a igualdade entre gêneros, proteger o meio ambiente, entre outros. Esses compromissos foram assumidos por 189 nações.
Até o dia 1º de julho, projetos empresariais que contribuam para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) podem se inscrever no World Business and Development Awards (Prêmio Empresas Globais e Desenvolvimento).
Os ODM são um conjunto de metas definidas pela Organização das Nações Unidas (UN), que pretendem, até 2015, reduzir a pobreza, promover a educação e a igualdade entre gêneros, proteger o meio ambiente, entre outros. Esses compromissos foram assumidos por 189 nações.
Saturday, June 5, 2010
Feliz dia Intl do Meio Ambiente
Start with you!
Tome banhos mais rapidos: 1 minuto de banho = 16 lts H20 = H2O para 1 pessoa beber por 8 dias.
Bath: 1 min = 16 liters H20 = 3 days drink/person
Tome banhos mais rapidos: 1 minuto de banho = 16 lts H20 = H2O para 1 pessoa beber por 8 dias.
Bath: 1 min = 16 liters H20 = 3 days drink/person
Tuesday, June 1, 2010
Photographers of Western Bahia in National Geographic
Participants of the 1st Photography Workshop in the Bahia Cerrado have their photographs released in the publication blog, edited by photographer Adriano Gambarini
Barreiras, May 27, 2010 – The result of the work produced during the 1st Photography Workshop of the Bahia Cerrado - organized through a partnership among Conservation International, Bioeste Institute, and Monsanto – was published in National Geographic, in the blog of photographer Adriano Gambarini, responsible for the course. The photographs of each one of the participants can be seen by accessing the link, http://viajeaqui.abril.com.br/national-geographic/blog/adriano-gambarini.shtml .
Under the title “A Recreation of the Look Over Western Bahia: a workshop”, Adriano Gambarini displays a collection of several natural scenes, but which bring in their spirit the passion for the Cerrado. “People from Bahia and Rio Grande do Sul, Pará and São Paulo, inhabitants of heart, body and soul reunited in a fun journey seeking for the recreation of the look”, he points out.
The Workshop, held from April 29 thru May 2, had the participation of 20 partakers, who ran along around 900 kilometers, across the municipalities of Barreiras, São Desidério, Luis Eduardo Magalhães, Santa Rita de Cássia and Formosa do Rio Preto. The team registered the beauties and the threat of the Cerrado, as well as the daily lives of traditional communities.
Now the entire work will be displayed in a photograph exhibit “The Recreation of the Look over western Bahia”, which will visit five cities in the region, starting in Barreiras, as of July 28, to finally disembark in Salvador, Camaçari, and São Paulo.
Barreiras, May 27, 2010 – The result of the work produced during the 1st Photography Workshop of the Bahia Cerrado - organized through a partnership among Conservation International, Bioeste Institute, and Monsanto – was published in National Geographic, in the blog of photographer Adriano Gambarini, responsible for the course. The photographs of each one of the participants can be seen by accessing the link, http://viajeaqui.abril.com.br/national-geographic/blog/adriano-gambarini.shtml .
Under the title “A Recreation of the Look Over Western Bahia: a workshop”, Adriano Gambarini displays a collection of several natural scenes, but which bring in their spirit the passion for the Cerrado. “People from Bahia and Rio Grande do Sul, Pará and São Paulo, inhabitants of heart, body and soul reunited in a fun journey seeking for the recreation of the look”, he points out.
The Workshop, held from April 29 thru May 2, had the participation of 20 partakers, who ran along around 900 kilometers, across the municipalities of Barreiras, São Desidério, Luis Eduardo Magalhães, Santa Rita de Cássia and Formosa do Rio Preto. The team registered the beauties and the threat of the Cerrado, as well as the daily lives of traditional communities.
Now the entire work will be displayed in a photograph exhibit “The Recreation of the Look over western Bahia”, which will visit five cities in the region, starting in Barreiras, as of July 28, to finally disembark in Salvador, Camaçari, and São Paulo.
Saturday, May 29, 2010
Com as mãos da Monsanto - Parceria inédita entre ONG e empresa
Fazenda no oeste baiano: funcionário da Monsanto como aliado na conservação do cerrado
Ana Luiza HerzogRevista Exame – 02/03/2010
Nos últimos dez anos, parcerias entre empresas privadas e ONGs tornaram-se corriqueiras. Deixaram, assim, de chamar a atenção. De tempos em tempos, porém, algum casamento menos óbvio entre o mundo dos negócios e os chamados representantes da sociedade civil ainda desperta burburinhos e curiosidade. Um deles foi selado em meados de 2008, mas só agora começa a sair da surdina. Trata-se da parceria entre a operação brasileira da americana Monsanto e a ONG global Conservação Internacional. De maneira simplista, o acordo se resume à conservação de áreas de cerrado e mata Atlântica no Nordeste do Brasil. Mas por trás dessa associação há um significado maior. A Monsanto, é sinônimo de produtos transgênicos - e, portanto, nunca contou com a simpatia dos movimentos ambientais, que a viam como uma empresa arrogante e refratária a opiniões externas. O acordo com a Conservação Internacional é o maior já firmado pela Monsanto. no mundo. Por outro lado, a CI é uma entidade de presença global que sempre transitou no meio empresarial, mas nunca tinha ido tão longe a ponto de dividir custos e responsabilidades de um projeto com uma companhia tão polêmica. Antes de fechar o acordo, seus representantes investigaram por mais de um ano o tema dos transgênicos e ainda contrataram uma pesquisa de opinião para medir os riscos que a associação com a Monsanto poderia representar para a imagem da ONG no Brasil. "Por enquanto, essa é a única empresa de transgênicos com que nos relacionamos", diz Paulo Gustavo do Prado Pereira, diretor de políticas ambientais da Conservação Internacional. O que fez com que empresa e ONG superassem as diferenças foi uma boa dose de pragmatismo. Em junho de 2008, o presidente mundial da Monsanto, Hugh Grant, definiu que a empresa deveria ajudar seus clientes a cumprir a premissa de produzir mais conservando mais. O tal "produzir mais" será conquistado com a ajuda da biotecnologia aplicada à melhoria de sementes, algo que seus mais de 2 000 cientistas no mundo dominam. É com a ajuda deles que a Monsanto alardeia que, até 2030, a produtividade de suas sementes transgênicas terá dobrado. Esse aumento de produtividade reduz a pressão pela expansão da fronteira agrícola e o desmatamento, mas não resolve por inteiro a questão da conservação. É aí que entra a parceria com a CI, uma ONG cuja especialidade é a preservação de áreas de vegetação nativa. Para a Monsanto, simplesmente aliar-se à entidade já significa uma chancela a seus esforços ambientais. E o que teria a CI a ganhar? Acesso aos longos braços da multinacional, no Brasil e no mundo. Pelo acordo, que envolve investimento de 6,5 milhões de dólares de cada uma das partes, os representantes da Monsanto estão ajudando a CI a levar à frente uma série de iniciativas. Uma delas consistiu em mapear as propriedades rurais no oeste da Bahia, região de cerrado onde o desenvolvimento agrícola é recente e tem se dado num ritmo frenético. Das 348 fazendas identificadas, 48 são clientes da Monsanto e dez foram convidadas a participar de um projeto experimental. Esses agricultores estão sendo os primeiros a receber instruções para que cumpram o Código Florestal, que na região exige que 20% da propriedade seja destinada a conservação. A escolha dos fazendeiros foi realizada pelos próprios vendedores da Monsanto. "São pessoas mais simpáticas à causa ambiental e que têm ascendência sobre outros produtores da região", diz a engenheira agrícola Gabriela Burian, que já foi vendedora da empresa e hoje, como gerente, está à frente da parceria com a ONG. Para Pereira, da CI, a intervenção dos vendedores foi essencial: "Os fazendeiros nos veem como aqueles que só estão preocupados com o mato e o papagaio", diz. Os executivos da ONG sabem que a parceria com a Monsanto não é garantia de que o programa será um sucesso. Afinal, a empresa não tem e não quer ter papel de polícia. Ou seja, nenhum funcionário denunciará um cliente ao Ibama. "Vamos chegar lá aos poucos, com muita conversa ao pé do ouvido", afirma o gaúcho Júlio Lautert, vendedor que ajudou na identificação dos agricultores. É também com essa conversa ao pé do ouvido que os executivos da ONG querem influenciar a gestão da empresa - algo que ficou definido no acordo entre as partes. Para isso, a entidade ganhou uma cadeira cativa no comitê de sustentabilidade da Monsanto, que foi criado há pouco mais de dois anos e é formado por executivos de todas as áreas da companhia. "Ainda é muito cedo para dizer que a Monsanto está fazendo a diferença, mas eles começaram a se mexer, e é isso que importa", diz Pereira, da CI. PARCERIA INUSITADA Alguns números do acordo entre Monsanto e Conservação Internacional: 13 milhões de dólares é o que a empresa e a ONG ambientalista investirão em um programa de conservação da biodiversidade brasileira ao longo de cinco anos 348 é o número de propriedades rurais no oeste baiano que serão alvo do programa 47 000 km² - o equivalente ao estado do Rio de Janeiro - é a área que elas ocupam.
florestas
Ana Luiza HerzogRevista Exame – 02/03/2010
Nos últimos dez anos, parcerias entre empresas privadas e ONGs tornaram-se corriqueiras. Deixaram, assim, de chamar a atenção. De tempos em tempos, porém, algum casamento menos óbvio entre o mundo dos negócios e os chamados representantes da sociedade civil ainda desperta burburinhos e curiosidade. Um deles foi selado em meados de 2008, mas só agora começa a sair da surdina. Trata-se da parceria entre a operação brasileira da americana Monsanto e a ONG global Conservação Internacional. De maneira simplista, o acordo se resume à conservação de áreas de cerrado e mata Atlântica no Nordeste do Brasil. Mas por trás dessa associação há um significado maior. A Monsanto, é sinônimo de produtos transgênicos - e, portanto, nunca contou com a simpatia dos movimentos ambientais, que a viam como uma empresa arrogante e refratária a opiniões externas. O acordo com a Conservação Internacional é o maior já firmado pela Monsanto. no mundo. Por outro lado, a CI é uma entidade de presença global que sempre transitou no meio empresarial, mas nunca tinha ido tão longe a ponto de dividir custos e responsabilidades de um projeto com uma companhia tão polêmica. Antes de fechar o acordo, seus representantes investigaram por mais de um ano o tema dos transgênicos e ainda contrataram uma pesquisa de opinião para medir os riscos que a associação com a Monsanto poderia representar para a imagem da ONG no Brasil. "Por enquanto, essa é a única empresa de transgênicos com que nos relacionamos", diz Paulo Gustavo do Prado Pereira, diretor de políticas ambientais da Conservação Internacional. O que fez com que empresa e ONG superassem as diferenças foi uma boa dose de pragmatismo. Em junho de 2008, o presidente mundial da Monsanto, Hugh Grant, definiu que a empresa deveria ajudar seus clientes a cumprir a premissa de produzir mais conservando mais. O tal "produzir mais" será conquistado com a ajuda da biotecnologia aplicada à melhoria de sementes, algo que seus mais de 2 000 cientistas no mundo dominam. É com a ajuda deles que a Monsanto alardeia que, até 2030, a produtividade de suas sementes transgênicas terá dobrado. Esse aumento de produtividade reduz a pressão pela expansão da fronteira agrícola e o desmatamento, mas não resolve por inteiro a questão da conservação. É aí que entra a parceria com a CI, uma ONG cuja especialidade é a preservação de áreas de vegetação nativa. Para a Monsanto, simplesmente aliar-se à entidade já significa uma chancela a seus esforços ambientais. E o que teria a CI a ganhar? Acesso aos longos braços da multinacional, no Brasil e no mundo. Pelo acordo, que envolve investimento de 6,5 milhões de dólares de cada uma das partes, os representantes da Monsanto estão ajudando a CI a levar à frente uma série de iniciativas. Uma delas consistiu em mapear as propriedades rurais no oeste da Bahia, região de cerrado onde o desenvolvimento agrícola é recente e tem se dado num ritmo frenético. Das 348 fazendas identificadas, 48 são clientes da Monsanto e dez foram convidadas a participar de um projeto experimental. Esses agricultores estão sendo os primeiros a receber instruções para que cumpram o Código Florestal, que na região exige que 20% da propriedade seja destinada a conservação. A escolha dos fazendeiros foi realizada pelos próprios vendedores da Monsanto. "São pessoas mais simpáticas à causa ambiental e que têm ascendência sobre outros produtores da região", diz a engenheira agrícola Gabriela Burian, que já foi vendedora da empresa e hoje, como gerente, está à frente da parceria com a ONG. Para Pereira, da CI, a intervenção dos vendedores foi essencial: "Os fazendeiros nos veem como aqueles que só estão preocupados com o mato e o papagaio", diz. Os executivos da ONG sabem que a parceria com a Monsanto não é garantia de que o programa será um sucesso. Afinal, a empresa não tem e não quer ter papel de polícia. Ou seja, nenhum funcionário denunciará um cliente ao Ibama. "Vamos chegar lá aos poucos, com muita conversa ao pé do ouvido", afirma o gaúcho Júlio Lautert, vendedor que ajudou na identificação dos agricultores. É também com essa conversa ao pé do ouvido que os executivos da ONG querem influenciar a gestão da empresa - algo que ficou definido no acordo entre as partes. Para isso, a entidade ganhou uma cadeira cativa no comitê de sustentabilidade da Monsanto, que foi criado há pouco mais de dois anos e é formado por executivos de todas as áreas da companhia. "Ainda é muito cedo para dizer que a Monsanto está fazendo a diferença, mas eles começaram a se mexer, e é isso que importa", diz Pereira, da CI. PARCERIA INUSITADA Alguns números do acordo entre Monsanto e Conservação Internacional: 13 milhões de dólares é o que a empresa e a ONG ambientalista investirão em um programa de conservação da biodiversidade brasileira ao longo de cinco anos 348 é o número de propriedades rurais no oeste baiano que serão alvo do programa 47 000 km² - o equivalente ao estado do Rio de Janeiro - é a área que elas ocupam.
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Friday, May 28, 2010
Fotógrafos do oeste baiano na National Geographic
Integrantes da I Oficina de Fotografia do Cerrado Baiano têm suas fotos publicadas no blog da publicação, editado pelo fotógrafo Adriano Gambarini
Barreiras, 27 de maio de 2010 - O resultado do trabalho realizado durante a I Oficina de Fotografia do Cerrado Baiano - organizado em parceria pelo Bioeste, Conservação Internacional e Monsanto – foi publicado na National Geographic, no blog do fotógrafo Adriano Gambarini, responsável pelo curso. No link, http://viajeaqui.abril.com.br/national-geographic/blog/adriano-gambarini.shtml, podem ser conferidas as fotografias de cada um dos integrantes.
Com o título “Uma Recriação do Olhar sobre o oeste baiano: um workshop”, Adriano Gambarini mostra a reunião de várias naturalidades, mas que possuem no espírito a paixão pelo cerrado. “Baianos e gaúchos, paraenses e paulistas, moradores de coração, corpo e alma local se misturaram numa descontraída viagem em busca da recriação do olhar”, aponta.
A Oficina, realizada entre os dias 28 de abril e 02 de maio, contou com a participação de 20 integrantes, que percorreram cerca de 900 quilômetros, nos municípios de Barreiras, São Desidério, Luis Eduardo Magalhães, Santa Rita de Cássia e Formosa do Rio Preto. A equipe registrou as belezas e ameaças do cerrado, além da própria vivência das comunidades tradicionais.
Agora todo o trabalho será mostrado em uma exposição fotográfica “A Recriação do Olhar sobre o Cerrado Baiano”, que a partir do dia 28 de julho, com início em Barreiras, roda cinco cidades da região, e depois desembarca em Salvador, Camaçari, e São Paulo.
Barreiras, 27 de maio de 2010 - O resultado do trabalho realizado durante a I Oficina de Fotografia do Cerrado Baiano - organizado em parceria pelo Bioeste, Conservação Internacional e Monsanto – foi publicado na National Geographic, no blog do fotógrafo Adriano Gambarini, responsável pelo curso. No link, http://viajeaqui.abril.com.br/national-geographic/blog/adriano-gambarini.shtml, podem ser conferidas as fotografias de cada um dos integrantes.
Com o título “Uma Recriação do Olhar sobre o oeste baiano: um workshop”, Adriano Gambarini mostra a reunião de várias naturalidades, mas que possuem no espírito a paixão pelo cerrado. “Baianos e gaúchos, paraenses e paulistas, moradores de coração, corpo e alma local se misturaram numa descontraída viagem em busca da recriação do olhar”, aponta.
A Oficina, realizada entre os dias 28 de abril e 02 de maio, contou com a participação de 20 integrantes, que percorreram cerca de 900 quilômetros, nos municípios de Barreiras, São Desidério, Luis Eduardo Magalhães, Santa Rita de Cássia e Formosa do Rio Preto. A equipe registrou as belezas e ameaças do cerrado, além da própria vivência das comunidades tradicionais.
Agora todo o trabalho será mostrado em uma exposição fotográfica “A Recriação do Olhar sobre o Cerrado Baiano”, que a partir do dia 28 de julho, com início em Barreiras, roda cinco cidades da região, e depois desembarca em Salvador, Camaçari, e São Paulo.
70% de grandes empresas querem + iniciativas verdes
70% de empresas com faturamento acima de U$ 1 bilhão disseram que planejam aumentar gastos com iniciativas ligadas ao ambiente nos próximos dois anos, de acordo com pesquisa realizada pela Ernst & Young. Quase metade de 300 executivos corporativos ouvidos afirmaram que seus investimentos na área estarão entre 0.5% e 5% de seu faturamento
Most large companies plan to increase spending on climate
70% of firms with revenue of $1 billion or more say they plan to increase spending on climate change initiatives in the next two years, a global survey reported on Tuesday.
Nearly half of the 300 corporate executives who responded to a survey conducted for the accounting and consulting giant Ernst & Young said their climate change investments will range from 0.5 percent to more than 5 percent of revenues by 2012
http://www.enn.com/business/article/41357?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+CorporateResponsibilityAndSustainabilityNews-Enn+%28Corporate+Responsibility+and+Sustainability+News+-+ENN%29
Most large companies plan to increase spending on climate
70% of firms with revenue of $1 billion or more say they plan to increase spending on climate change initiatives in the next two years, a global survey reported on Tuesday.
Nearly half of the 300 corporate executives who responded to a survey conducted for the accounting and consulting giant Ernst & Young said their climate change investments will range from 0.5 percent to more than 5 percent of revenues by 2012
http://www.enn.com/business/article/41357?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+CorporateResponsibilityAndSustainabilityNews-Enn+%28Corporate+Responsibility+and+Sustainability+News+-+ENN%29
Wednesday, May 26, 2010
Oportunidade: Fotografe as Metas do Milenio
Em vespera de comemoraçao no Brasil do Dia da Mata Atlantica a sugestao é:
http://picturethis.undp.org/
Concurso de fotos para Metas do Milenio. Vamos trabalhar a rede de fotos do Brasil nessa luta!
http://picturethis.undp.org/
Concurso de fotos para Metas do Milenio. Vamos trabalhar a rede de fotos do Brasil nessa luta!
Sunday, May 23, 2010
21/05/2010 - Cientistas pedem taxa de CO2 para reduzir emissões
Pesquisadores da Academia Nacional de Ciências dos EUA recomendam a implementação de um preço pelo carbono como forma de combater as mudanças climáticas, mesmo se isso resultar no aumento do preço dos combustíveis e eletricidade. No maior trabalho já realizado por entidade norte-americana sobre as mudanças climáticas, o Conselho de Pesquisa Nacional da Academia de Ciências dos Estados Unidos divulgou neste dia 19/05 três relatórios alertando que o fenômeno é real e deve ser encarado o mais breve possível. Para isso, a entidade pede, pela primeira vez, ações que podem acarretar no aumento do preço de combustíveis e energia elétrica.Optando por um discurso mais ambicioso do que o de costume, a Academia Nacional de Ciências (NAS) aconselha que Obama pratique uma taxa sobre as emissões ou “cap-and-trade”.“As mudanças climáticas estão acontecendo e são causadas principalmente por ações humanas. É preciso aumentar o entendimento das pessoas sobre ela para que seja possível justificar políticas mais rígidas para mitigá-la”, afirmam. Os documentos, “America"s Climate Choices” (Escolhas Climáticas da América) chegam no momento em que o mundo observa a tragédia do vazamento de petróleo no Golfo do México e se pergunta que modelo energético deve seguir. De forma geral, a NAS reconhece que colocar um preço no carbono seria a forma mais eficiente para reduzir as emissões, mesmo que isso leve a um aumento no custo do petróleo, carvão e, conseqüentemente, de eletricidade.“Esta proposta, vinda de uma entidade como a NAS, deveria despertar o Congresso, as mudanças climáticas são reais. Acordem e sintam o cheiro do carbono”, disse Alden Meyer, da Union of Concerned Scientists. A idéia de um esquema “cap and trade”, que possui o apoio de membros do governo Obama, já foi proposta há alguns anos no Congresso, mas nunca conseguiu passar pelo Senado. A nova legislação do clima que está em discussão atualmente possui entre seus elementos a formação desse esquema, que funciona impondo um limite de emissões para as indústrias e se elas poluírem mais que suas cotas devem pagar por isso.Medidas Concretas: A Academia recomenda que o governo corte as emissões entre 57% a 83% até 2050 com relação a 1990. Para atingir esse objetivo, o estudo sugere que uma única agência federal coordene os esforços de pesquisa e mitigação das mudanças climáticas. Para a NAS, o Programa de Pesquisas de Mudanças Globais (Global Change Research Program) poderia assumir esse papel desde que estabelecesse parcerias com outras iniciativas. Os relatórios pedem ainda que as estratégias que forem adotadas sejam flexíveis e dessa forma possíveis de alteração quando necessário. Pois o conhecimento sobre as mudanças climáticas segue evoluindo e políticas e programas que hoje pareçam eficientes podem ficar rapidamente obsoletos. Não é do costume da NAS ser tão direta, porém quando o governo encomendou os relatórios fez a seguinte pergunta: “Quais ações de curto prazo devem ser tomadas para lidar efetivamente com as mudanças climáticas?” Membros da Academia entenderam então que poderiam ter a liberdade de dizer o que realmente pode ser feito, mesmo que isso resulte em medidas impopulares.“Nós precisamos começar a adotar essas propostas o mais rápido possível, é isso que a ciência está afirmando agora”, concluiu Robert Fri, co-autor de um dos relatórios.
Wednesday, May 19, 2010
Fim de semana da Biodiversidade no Ibirapuera: de 21 a 23 de maio, 9h às 18h
Arena de Eventos ao lado da Marquise do Parque Ibirapuera. Entrada gratuita. www.sosma.org.br
Biodiversity Day: May 22nd
Atlantic Forest Day: May 27th
Let's celebrate!
Biodiversity Day: May 22nd
Atlantic Forest Day: May 27th
Let's celebrate!
Wednesday, May 12, 2010
Fala Cerrado portrays Photography Workshop in the Bahia Cerrado
Organized by Conservation International, Bioeste and Monsanto, the training session reunited 15 people, which instructed by photographer Adriano Gambarini, portrayed the beauties and threats of the Bahia Cerrado [Tropical Savanna]
Barreiras, May 11, 2010 – Photography is a form of art and also of communicating something. It moves, thrills and touches the soul of those who see it. The photographer is the one who guides the eyes, using techniques, framings and mainly the light. This Fala Cerrado issue approaches the 1st Photography Workshop in the Bahia Cerrado: The ‘Recriação do Olhar’ [Recreation of the Look], held from April 29 thru May 2, organized by ways of a partnership among Conservation International, Bioeste Institute, and Monsanto, in the scope of the Biodiversity Conservation Program.
The purpose of the workshop is to indicate photography as a tool to support environmental education activities and to encourage the change of behavior towards biodiversity. The program includes basic notions of photography, and practical classes in São Desidério, Luis Eduardo and Formosa do Rio Preto, to portray the natural beauties and the main threats faced in the Western Bahia Cerrado.
Adriano Gambarini – from the National Geographic and from Agência O Eco – who was responsible for the workshop, was interviewed this week. He talks about how the invitation to deliver the workshop came up and also a little about his work. Gambarini manages and licenses his photo file comprising about 80 thousand images from Brazil, Antarctica and 17 other countries, with emphasis on the biodiversity, ecosystems, caves, wild life, lifestyles and culture of ethnic groups, architecture and historic cities.
Theme: 1st Photography Workshop in the Bahia Cerrado
Exhibition: 05/01/2010
Interview: Photographer Adriano Gambarini
Sponsored by: Instituto Bioeste
Link: http://www.4shared.com/audio/0lR5CG9c/PROGRAMA_SOBRE_OFICINA_DE_FOTO.html
Barreiras, May 11, 2010 – Photography is a form of art and also of communicating something. It moves, thrills and touches the soul of those who see it. The photographer is the one who guides the eyes, using techniques, framings and mainly the light. This Fala Cerrado issue approaches the 1st Photography Workshop in the Bahia Cerrado: The ‘Recriação do Olhar’ [Recreation of the Look], held from April 29 thru May 2, organized by ways of a partnership among Conservation International, Bioeste Institute, and Monsanto, in the scope of the Biodiversity Conservation Program.
The purpose of the workshop is to indicate photography as a tool to support environmental education activities and to encourage the change of behavior towards biodiversity. The program includes basic notions of photography, and practical classes in São Desidério, Luis Eduardo and Formosa do Rio Preto, to portray the natural beauties and the main threats faced in the Western Bahia Cerrado.
Adriano Gambarini – from the National Geographic and from Agência O Eco – who was responsible for the workshop, was interviewed this week. He talks about how the invitation to deliver the workshop came up and also a little about his work. Gambarini manages and licenses his photo file comprising about 80 thousand images from Brazil, Antarctica and 17 other countries, with emphasis on the biodiversity, ecosystems, caves, wild life, lifestyles and culture of ethnic groups, architecture and historic cities.
Theme: 1st Photography Workshop in the Bahia Cerrado
Exhibition: 05/01/2010
Interview: Photographer Adriano Gambarini
Sponsored by: Instituto Bioeste
Link: http://www.4shared.com/audio/0lR5CG9c/PROGRAMA_SOBRE_OFICINA_DE_FOTO.html
Monday, May 10, 2010
Saturday, May 8, 2010
Iniciativa DO CAMPO AO MERCADO - para opinarem
O crescimento da demanda por alimentos implica na necessidade da produção agrícola duplicar até 2050, mantendo fornecimento adequado e considerando as questões ambientais, sociais e econômicas.
Do Campo ao Mercado surgiu inspirado no projeto americano Field To Market: The Keystone Alliance for Sustainable Agriculture, e objetiva a melhoria contínua da cadeia produtiva. A iniciativa considera que o aumento da produção pode e deve ser realizado com menor e melhor utilização de recursos.
Composta por produtores, indústrias, varejo e organizações da sociedade civil, a Iniciativa trabalha para criar Indicadores Do Campo ao Mercado, que servirão para analisar a sustentabilidade dos processos produtivos, orientando a tomada de decisão para a busca da melhoria contínua. Os indicadores Do Campo ao Mercado também terão o propósito de embasar políticas públicas e privadas, assim como orientar investimentos.
Acredita-se que a consolidação de indicadores sistêmicos aumentará a capacidade de entendimento dos fatores limitantes da sustentabilidade, permitindo que os agentes da cadeia produtiva possam agir de forma coordenada.
O ARES – Instituto para o Agronegócio Responsável, organização neutra, sem fins lucrativos especializada na tomada de decisões colaborativas e processos para o meio ambiente, atuará na coordenação das atividades.
2. OBJETIVOS
O Objetivo da Iniciativa Do Campo ao Mercado é a estruturação do sistema de consolidação de indicadores de sustentabilidade da cadeia produtiva de alimentos e biocombustíveis.
2.1 Objetivos específicos
· Estabelecer parcerias com os agentes de cadeias produtivas específicas, definindo funções e responsabilidades relativas à Iniciativa;
· Identificar, em um processo participativo, os indicadores mais representativos do nível de sustentabilidade de cada cadeia produtiva;
· Quantificar em planos de ação os recursos necessários para a implementação das ações de consolidação de indicadores em cada uma das cadeias participantes;
· Implementar os planos de ação visando a geração dos indicadores de sustentabilidade;
· Estabelecer mecanismos de divulgação e discussão dos indicadores gerados com a sociedade;
3. METODOLOGIA
3.1. Fases de implementação
Será adotado um processo gradativo de implementação da Iniciativa Do Campo à Mesa, visando a agregação de cadeias produtivas cujos agentes estejam mais articulados em torno do tema sustentabilidade.
As cadeias do algodão, soja, milho e cana-de-açúcar serão as primeiras a serem trabalhadas, pretendendo-se nos próximos anos incorporar a pecuária bovina, a horticultura, a fruticultura, dentre outras cadeias interessadas.
3.2 Delimitação do trabalho
A Iniciativa Do Campo ao Mercado será focada em cadeias específicas que estabelecerão os indicadores de sustentabilidade da produção primária ao varejo. Desta forma, a partir de um processo de análise de pontos críticos, a cadeia definirá os focos de atenção que deverão ser retratados pelos indicadores consolidados.
O trabalho desenvolvido pela Iniciativa, ao não se restringir em um único elo da cadeia produtiva, amplia as possibilidades de resultados efetivos contribuindo para o entendimento de todos os aspectos de decisão que afetam o nível de sustentabilidade. Exemplificando, pode-se citar o indicador de perda de alimentos, que deve refletir as perdas ocorridas no âmbito da propriedade rural, do transporte e da comercialização.
3.2. Indicadores de sustentabilidade
A partir da articulação com as cadeias participantes serão identificados os indicadores mais significativos, que deverão ser trabalhados pela Iniciativa Do Campo ao Mercado.
Os indicadores definidos pelas cadeias participantes, em processos de interação com a sociedade, deverão ter a capacidade de refletir o nível real de sustentabilidade, de forma que efetivamente sejam referenciais importantes para a busca da melhoria contínua.
A definição dos indicadores de ser embasada no princípio da representatividade sistêmica e nos pilares social, ambiental e econômico.
O pilar social deverá ser abordado a luz do bem estar da sociedade, tendo como grandes orientadores a melhoria da qualidade de vida, a melhoria da saúde e segurança no trabalho, e a segurança de alimentos.
O pilar ambiental será orientador do foco com relação à qualidade e preservação da água, à manutenção da biodiversidade, à redução de emissões de gases de efeito estufa, à preservação da capacidade produtiva dos solos, à racionalidade do uso de recursos naturais e a destinação responsável de resíduos.
Por fim, o pilar econômico orientará a definição de indicadores que identifique ameaças à sustentabilidade decorrentes da degradação econômica das atividades produtivas, Considera-se que atividades com alto grau de degradação econômica, tendem a gerar ameaças à sustentabilidade social e ambiental.
4. RESULTADOS DA INICIATIVA DO CAMPO AO MERCADO
Com as cadeias produtivas articuladas para o propósito da consolidação de indicadores de sustentabilidade, será possível:
minimizar impactos da cadei produtiva;
melhorar contínuamente os processos produtivos;
melhorar a governança das cadeias;
interagir com a sociedade sob bases consistentes de informação;
melhorar a efetividade de investimentos;
orientar a formulação de políticas públicas e privadas;
Do Campo ao Mercado surgiu inspirado no projeto americano Field To Market: The Keystone Alliance for Sustainable Agriculture, e objetiva a melhoria contínua da cadeia produtiva. A iniciativa considera que o aumento da produção pode e deve ser realizado com menor e melhor utilização de recursos.
Composta por produtores, indústrias, varejo e organizações da sociedade civil, a Iniciativa trabalha para criar Indicadores Do Campo ao Mercado, que servirão para analisar a sustentabilidade dos processos produtivos, orientando a tomada de decisão para a busca da melhoria contínua. Os indicadores Do Campo ao Mercado também terão o propósito de embasar políticas públicas e privadas, assim como orientar investimentos.
Acredita-se que a consolidação de indicadores sistêmicos aumentará a capacidade de entendimento dos fatores limitantes da sustentabilidade, permitindo que os agentes da cadeia produtiva possam agir de forma coordenada.
O ARES – Instituto para o Agronegócio Responsável, organização neutra, sem fins lucrativos especializada na tomada de decisões colaborativas e processos para o meio ambiente, atuará na coordenação das atividades.
2. OBJETIVOS
O Objetivo da Iniciativa Do Campo ao Mercado é a estruturação do sistema de consolidação de indicadores de sustentabilidade da cadeia produtiva de alimentos e biocombustíveis.
2.1 Objetivos específicos
· Estabelecer parcerias com os agentes de cadeias produtivas específicas, definindo funções e responsabilidades relativas à Iniciativa;
· Identificar, em um processo participativo, os indicadores mais representativos do nível de sustentabilidade de cada cadeia produtiva;
· Quantificar em planos de ação os recursos necessários para a implementação das ações de consolidação de indicadores em cada uma das cadeias participantes;
· Implementar os planos de ação visando a geração dos indicadores de sustentabilidade;
· Estabelecer mecanismos de divulgação e discussão dos indicadores gerados com a sociedade;
3. METODOLOGIA
3.1. Fases de implementação
Será adotado um processo gradativo de implementação da Iniciativa Do Campo à Mesa, visando a agregação de cadeias produtivas cujos agentes estejam mais articulados em torno do tema sustentabilidade.
As cadeias do algodão, soja, milho e cana-de-açúcar serão as primeiras a serem trabalhadas, pretendendo-se nos próximos anos incorporar a pecuária bovina, a horticultura, a fruticultura, dentre outras cadeias interessadas.
3.2 Delimitação do trabalho
A Iniciativa Do Campo ao Mercado será focada em cadeias específicas que estabelecerão os indicadores de sustentabilidade da produção primária ao varejo. Desta forma, a partir de um processo de análise de pontos críticos, a cadeia definirá os focos de atenção que deverão ser retratados pelos indicadores consolidados.
O trabalho desenvolvido pela Iniciativa, ao não se restringir em um único elo da cadeia produtiva, amplia as possibilidades de resultados efetivos contribuindo para o entendimento de todos os aspectos de decisão que afetam o nível de sustentabilidade. Exemplificando, pode-se citar o indicador de perda de alimentos, que deve refletir as perdas ocorridas no âmbito da propriedade rural, do transporte e da comercialização.
3.2. Indicadores de sustentabilidade
A partir da articulação com as cadeias participantes serão identificados os indicadores mais significativos, que deverão ser trabalhados pela Iniciativa Do Campo ao Mercado.
Os indicadores definidos pelas cadeias participantes, em processos de interação com a sociedade, deverão ter a capacidade de refletir o nível real de sustentabilidade, de forma que efetivamente sejam referenciais importantes para a busca da melhoria contínua.
A definição dos indicadores de ser embasada no princípio da representatividade sistêmica e nos pilares social, ambiental e econômico.
O pilar social deverá ser abordado a luz do bem estar da sociedade, tendo como grandes orientadores a melhoria da qualidade de vida, a melhoria da saúde e segurança no trabalho, e a segurança de alimentos.
O pilar ambiental será orientador do foco com relação à qualidade e preservação da água, à manutenção da biodiversidade, à redução de emissões de gases de efeito estufa, à preservação da capacidade produtiva dos solos, à racionalidade do uso de recursos naturais e a destinação responsável de resíduos.
Por fim, o pilar econômico orientará a definição de indicadores que identifique ameaças à sustentabilidade decorrentes da degradação econômica das atividades produtivas, Considera-se que atividades com alto grau de degradação econômica, tendem a gerar ameaças à sustentabilidade social e ambiental.
4. RESULTADOS DA INICIATIVA DO CAMPO AO MERCADO
Com as cadeias produtivas articuladas para o propósito da consolidação de indicadores de sustentabilidade, será possível:
minimizar impactos da cadei produtiva;
melhorar contínuamente os processos produtivos;
melhorar a governança das cadeias;
interagir com a sociedade sob bases consistentes de informação;
melhorar a efetividade de investimentos;
orientar a formulação de políticas públicas e privadas;
Thursday, May 6, 2010
Next week in Brazil Sustainability World!!! Big week!
Ethos - SP : From 10 to 14th:
http://www.vrac.iastate.edu/ethos/conference.php;
Biodiversidade nos negócios (in English - May 11th from 4 pm to 6 pm):
http://www.gvces.com.br/comunicados/ces/gei/index.html ;
The Role of Latin America in Feeding the World in 2050:
http://www.worldagforum.org/
http://www.vrac.iastate.edu/ethos/conference.php;
Biodiversidade nos negócios (in English - May 11th from 4 pm to 6 pm):
http://www.gvces.com.br/comunicados/ces/gei/index.html ;
The Role of Latin America in Feeding the World in 2050:
http://www.worldagforum.org/
How to make small growers become part of the chain?
It would be interesting to use social media to discuss small growers in the chain
Ligando Pequenos agricultores a cadeia agricola
Semana que vem no World Ag Forum teremos um tema bem interessante:
Como inserir pequenos agricultores na cadeia agricola?
Importante termos o olhar de diferentes setores, entendimento de cada cultura, financiamento, questoes de logistica. Acredito que a resposta seja local, dependa da realidade de cada regiao desse imenso país e só seja possivel com toda a cadeia do agronegócio conectada.
Como inserir pequenos agricultores na cadeia agricola?
Importante termos o olhar de diferentes setores, entendimento de cada cultura, financiamento, questoes de logistica. Acredito que a resposta seja local, dependa da realidade de cada regiao desse imenso país e só seja possivel com toda a cadeia do agronegócio conectada.
Preparing World Agricultural Forun
Next week in Brazil will be hot for Sustainability: Ethos Intl Conference - SP and in Brasilia "World Agricultural Forun" - 12 to 14th. Let's prepare ourselves for this discussions in order to: Bring what we and our organisations are doing, where we're and next steps.
For Tomorow we need to finalize the text about "Field to market in Brazil: Measuring inputs".
Lots of things going on, great thing: Discuss to ensure advancement...
For Tomorow we need to finalize the text about "Field to market in Brazil: Measuring inputs".
Lots of things going on, great thing: Discuss to ensure advancement...
Tuesday, May 4, 2010
EcoNomics
Today at Companies for Climate we saw Paul Hardisty's presentation about "EcoNomics - delivering Profitable Sustainability"
He talked about the analysis to change Business as usual* to a lower natural resources used calling attention "it's not only about carbon".
It's also about water and energy and about trade-offs.
Which option provide best value for money?
What is a reasonable cost of sustainability?
The analysis showed we need to consider 20 years in order have all the aspects considerated.
If we take in count less than 20 years, always the BAU* is better.
It's when externalities becoming real cost... and it was good to see a real software about that! This can be the beginning of the change!
He talked about the analysis to change Business as usual* to a lower natural resources used calling attention "it's not only about carbon".
It's also about water and energy and about trade-offs.
Which option provide best value for money?
What is a reasonable cost of sustainability?
The analysis showed we need to consider 20 years in order have all the aspects considerated.
If we take in count less than 20 years, always the BAU* is better.
It's when externalities becoming real cost... and it was good to see a real software about that! This can be the beginning of the change!
Wednesday, April 21, 2010
Earth Day - Dia da Terra
Earth Day is tomorow and we should start to act! There are so many necessary changes!
Media is now starting to prepare the campaing "start with you (swu)". This will call people for action, this will give information!
But a necessary change also cruccial would be break paradigmas. Have different points of view in the same table could help a lot! We're trying in Brazil a group from field to market. But, a part of the brazilian agribusiness is very sceptical and once it arrives NGOs or retailers the traditional agribusiness start to complaing. This reaction makes each meeting become a challenge... New times requires rond table and open mind!...Let's continue to try and remember: This change start with you!
Media is now starting to prepare the campaing "start with you (swu)". This will call people for action, this will give information!
But a necessary change also cruccial would be break paradigmas. Have different points of view in the same table could help a lot! We're trying in Brazil a group from field to market. But, a part of the brazilian agribusiness is very sceptical and once it arrives NGOs or retailers the traditional agribusiness start to complaing. This reaction makes each meeting become a challenge... New times requires rond table and open mind!...Let's continue to try and remember: This change start with you!
Wednesday, April 14, 2010
Itai Sustentavel
O time sustentável da Monsanto Brasil de Itaí lançou recentemente o Programa de Coleta de Óleo de cozinha incentivando a reciclagem do óleo para preservação do meio ambiente.
"Os óleos e gorduras de cozinha quando são descartados de maneira inadequada causam uma variedade de prejuízos", disse Luciana Caussero - analista de recebimento "Obstrui nas tubulações e dificultam o tratamento do esgoto nas Estações de Tratamento."
"Também prejudicam as comunidades aquáticas, por formar uma camada na água que impede a entrada de luz e dificultam as trocas gasosas, ou seja, a oxigenação do corpo hídrico e contaminam o solo no qual é despejado" completa a mesma.
Os cidadãos poderão trazer óleo vegetal ou animal que serão convertidos em biodiesel e as embalagens plásticas também serão recicladas. Para cada 2l de óleo reciclado, o participante ganhará um cupom valendo R$1,00 (corrigindo: R$ 0,50 por litro) que poderá ser utilizado em um ecoponto (supermercado participante) exceto na compra de cigarro ou bebida alcoolica.
O Grupo Empreender, supermercados, a Associação Comercial, Prefeitura Municipal e Rotary formaram a parceria com a Monsanto.
"Nosso próximo passo será envolver os restaurantes, pois serão fornecidas bombas de 50 litros para que estes possam armazenar o resíduo que será trocado por um vale referente à quantidade entregue." - relata Luciana.
A idéia do programa não surgiu de uma sala de reunião de negócios, ela na verdade foi desenvolvida em uma sala de aula.
Também foi lançado um concurso em escolas, onde o desafio foi criar a melhor frase sobre preservação. Os ganhadores receberam homenagem e viram suas frases nos folders de lançamento da parceria com orgaos do município, a Monsanto, Duke Energy e Sabesp - alem da Fiesp, Assoc Comercial e prefeitura.
Segundo a gerente de sustentabilidade, Gabriela Burian, o programa ajudou a sociedade a ver o comprometimento da Monsanto, com seu produtos e também em suas práticas.
"Essa iniciativa certamente melhorou a imagem da Monsanto na região e nosso compromisso com a sustentabilidade tem sido enfatizado em supermercados, organizações governamentais, escolas, assim como a comunidade em geral. Demonstra, mais do que nunca, que a Monsanto é líder em sustentabilidade na região."
"Os óleos e gorduras de cozinha quando são descartados de maneira inadequada causam uma variedade de prejuízos", disse Luciana Caussero - analista de recebimento "Obstrui nas tubulações e dificultam o tratamento do esgoto nas Estações de Tratamento."
"Também prejudicam as comunidades aquáticas, por formar uma camada na água que impede a entrada de luz e dificultam as trocas gasosas, ou seja, a oxigenação do corpo hídrico e contaminam o solo no qual é despejado" completa a mesma.
Os cidadãos poderão trazer óleo vegetal ou animal que serão convertidos em biodiesel e as embalagens plásticas também serão recicladas. Para cada 2l de óleo reciclado, o participante ganhará um cupom valendo R$1,00 (corrigindo: R$ 0,50 por litro) que poderá ser utilizado em um ecoponto (supermercado participante) exceto na compra de cigarro ou bebida alcoolica.
O Grupo Empreender, supermercados, a Associação Comercial, Prefeitura Municipal e Rotary formaram a parceria com a Monsanto.
"Nosso próximo passo será envolver os restaurantes, pois serão fornecidas bombas de 50 litros para que estes possam armazenar o resíduo que será trocado por um vale referente à quantidade entregue." - relata Luciana.
A idéia do programa não surgiu de uma sala de reunião de negócios, ela na verdade foi desenvolvida em uma sala de aula.
Também foi lançado um concurso em escolas, onde o desafio foi criar a melhor frase sobre preservação. Os ganhadores receberam homenagem e viram suas frases nos folders de lançamento da parceria com orgaos do município, a Monsanto, Duke Energy e Sabesp - alem da Fiesp, Assoc Comercial e prefeitura.
Segundo a gerente de sustentabilidade, Gabriela Burian, o programa ajudou a sociedade a ver o comprometimento da Monsanto, com seu produtos e também em suas práticas.
"Essa iniciativa certamente melhorou a imagem da Monsanto na região e nosso compromisso com a sustentabilidade tem sido enfatizado em supermercados, organizações governamentais, escolas, assim como a comunidade em geral. Demonstra, mais do que nunca, que a Monsanto é líder em sustentabilidade na região."
Monday, April 12, 2010
Green Virtual Conference Now live!
Fortune Brainstorm Green Virtual Conference on line now!
Really Fantastic! Now Wal-Mart work and goes more and more...
"I wish we started earlier this journey"
Really Fantastic! Now Wal-Mart work and goes more and more...
"I wish we started earlier this journey"
Sunday, April 11, 2010
Participating!
Here in Brazil we're preparing the food chain to follow up the natural resources used in Agriculture through years and see what we can do to optimize energy, CO2 and soil. For water here we use less than 10% then it's not yet considerated.
BRASIL: Iniciativa do Campo ao Mercado - liderada pelo Ares medirá recursos naturais utilizados nas agricultura. Todo o setor é convidado, ONGs, empresas, governo. Sustentabilidade é assim: Desafio de saber ouvir diferentes opinioes. Uma nova situação precisa de olhares diversos para melhorar esse planeta. Comecemos hoje, agora!
BRASIL: Iniciativa do Campo ao Mercado - liderada pelo Ares medirá recursos naturais utilizados nas agricultura. Todo o setor é convidado, ONGs, empresas, governo. Sustentabilidade é assim: Desafio de saber ouvir diferentes opinioes. Uma nova situação precisa de olhares diversos para melhorar esse planeta. Comecemos hoje, agora!
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